Autor Tópico: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]  (Lida 952 vezes)

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Greenleaf

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #15 : 15 de Fevereiro de 2010, 23:16 »
Nome: Gabriel Lucan
Idade: 14
Personalidade: Curioso
História:

Meia Noite, o telefone da casa dos Lucan toca. Gabriel acorda em sua cama, porém espera deitado pensando que alguém vai atender. O Telefone toca por longos 5 minutos e ninguém atende. Novamente volta a tocar... Gabriel já esta com sono e então o telefone para de tocar.  Ele abre os olhos arregalados ao ouvir o som da porta da cozinha se abrindo.
Assustado, vai até a cozinha... ao por o primeiro pé na escada, a TV da sala liga sozinha. Desce as escadas devagar e vai até a cozinha e pega uma faca... vai até a porta da sala e ninguém a vistar.
A TV ligada passava um pequeno filme de terror que envolvia lobos e Zombies. Gabriel foi mais tranqüilizado  por pensar em ser o barulho do filme e foi desligar o botão da TV. Por fim, o botão emperrou, Gabriel tentou desligar, mas ao olhar para a TV, viu o reflexo de algo totalmente contorcido na porta e se assustou, cai ao chão e a TV desligou.
De repente a luz do banheiro ao lado de seu quarto acende e apaga uma vez... ele vai ao banheiro ainda com a faca na mão e cuidadosamente sobe as escadas... até virar o rosto e ver a sombra da tal coisa contorcida cuja parecia mais um Zumbi. Olhou para trás e só viu a escrivaninha de seu pai cuja ficava atrás das escadas.
A chuva começa a tomar conta da noite e já são 0:49. Enfim passa por seu quarto mas ao passar pela cama, sente algo pegar sua perna... e um grande trovão faz ele ver uma mão totalmente rasgada como carne viva. Ele da um pulo e se assusta, olha para o relógio e  eram 0:51, a TV na sala liga novamente, a batida na porta da cozinha se repete e o telefone começa a tocar. Gabriel ouve o som do telefone saindo pelo banheiro. Abre a porta devagar e vê o telefone na banheira cheia de água.
Gabriel sente um gelo na costa e olha para ao espelho; o trovão bate e ele vê a criatura de 2 metros de altura com a cabeça, braços contorcidos na direção esquerda e com o corpo todo rasgado.
Um berro é ouvido pela vizinhança. E na manhã seguinte Gabriel desapareceu, mas a tal criatura deixou  um Risco na porta do banheiro. A grande coinhcidencia foi que em 5 distritos aconteceram a mesma coisa, só que a quantidade de riscos era maior que 1. Simplesmente sete garotos de 14 anos desapareceram depois daquele dia... e até hoje são procurados.
« Última modificação: 15 de Fevereiro de 2010, 23:42 por Greenleaf »
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OmTsTM

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #16 : 16 de Fevereiro de 2010, 01:38 »
Nome: Andy Wattz.
Idade: 16.
Personalidade: Anti-social.
História:

Inverno. A cidade de Portest nunca havia sofrido tanto nos últimos tempos, suas tempestades de neve se tornaram constantes dia após dia. Andy estava em seu quarto buscando adrenalina virtual, já que era a sua única fuga dos problemas existentes até então, mas nada infringia em seu comportamento sedentário.

Dias insanos coisas insanas. Andy acabará de receber uma mensagem virtual, onde estava descrito strings complexas, que o jovem não se deu por vencido e tentou localizar algo legível para poder ler, sua tentativa de busca falhou, mas uma coisa que o deixou abismado foi o fato de a mensagem não ter um dono. Ele tentou recorrer a programas que faziam leitura das strings, e num piscar de olhos uma imagem se formou no visor do monitor dando a característica de uma mulher idosa. O jovem não entendeu o porquê da imagem, e avançou até a cozinha para apanhar um copo de água, ao voltar para seu esconderijo um barulho estremeceu toda a superfície da casa, aqueles que residiam no local gritaram freneticamente até que um estrondo rompeu suas vozes. A idosa que estava fixada no monitor, logo se tornou uma ilusão “verdadeira” que caminhava no corredor onde Andy também estava, suas pernas ficaram tremulas e imagens de seus pais contorciam-se com um imenso ruído vindo da idosa. O jovem garoto tentou esquivar e abrir a maçaneta, mas algo estava impedindo. Uma mão então toca-lhe, forçando-o rever a morte trágica de seus pais.

- Não, não!!! Esse sonho parece tão real...
Andy, Andy – dizia uma voz rouca.
- Hum? Onde esto... ah era só você vovó.
- Algum problema?
- Não é que acabei de ter um pesadelo.
- Conte-me mais tarde, irei preparar a janta...

Logo o notebook de Andy levantou um pequeno oscilo: "Uma nova mensagem na sua caixa está disponível."


Até mais.  :SRM 48:
« Última modificação: 16 de Fevereiro de 2010, 01:41 por OmTsTM »
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Mev-Viking

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #17 : 16 de Fevereiro de 2010, 16:05 »
Nome: João
Idade: 16
Personalidade: Um adolescente normal, inconsequente e egoísta, porem de certa forma amável.
História: A chuva caía em torrentes, não se enxergava a um palmo de seu próprio rosto. Era a primeira vez que João, pobre garoto via neblina aqui no Brasil. O ônibus chacoalhava como se faltasse metade de seus pneus. João não tinha muitos amigos em sua classe, então sentava sozinho do fundo do ônibus. Era uma excursão escolar à Barra Bonita, uma jornada de horas em uma estrada vazia e escura.
Seus colegas de sala cantavam uma canção medonha que ele não conhecia, então entediado, ficou esperando algo inesperado acontecer, para quebrar seu tédio e impaciência.
Como nada disso aconteceu, ficou lá na dele, coçando seu olho até todos os barulhos se tornarem um vago eco e ele cair em um sono profundo.
João tinha um péssimo pressentimento sobre a viajem, e ao dormir, já havia praticamente assinado um contrato que aceitava acordar com pasta de dente no rosto, todo mijado, ou algo assim.
Mas não, algo diferente disso ia acontecer, e não ia ser engraçado pra ninguém.
Ao acordar, checou para ver se haviam feito alguma brincadeira, mas nada. Estava tudo um borrão, tudo desfocado pelo seu sono. O chão por alguma razão estava molhado.
Esperou tudo ficar mas claro, ao que levantou seu rosto, viu.
Todos seus amigos mortos, com as faces desfiguradas. No chão, poças de sangue.
João não havia notado, o ônibus estava parado, o motorista provavelmente havia morrido também. Nunca havia sentido tanto medo em toda sua vida. Medo, agonia, frio, e por algum motivo tristeza por ser a unica alma viva.
Se levantou, chorando de desespero. Não passava carros, não ouvia barulho nenhum, estava sozinho num ônibus no meio de um canavial, para aumentar seu desespero. Correu para o motorista, tentando não ver os cadáveres, mas no corredor estreito, algo o parou. Era uma mão fria e umida. Não queria se virar, foi seu instinto que o fez olhar: Era uma garotinha, com olhos vermelhos, João a consideraria morta, se não estivesse se movendo.
Estava desfigurada também e havia uma faca em sua cabeça.
João estava paralizado, não tinha certeza se era um sonho.
A menina não disse nada, lentamente retirou a faca de seu crânio ensanguentado e a colocou violentamente no de João, guiando-o para o doce alívio de sua morte.


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AHEHUASE  :SRM 55:
« Última modificação: 16 de Fevereiro de 2010, 16:07 por Mev-Viking »
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Cronus

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #18 : 16 de Fevereiro de 2010, 21:34 »
Nome: Não se sabe, mas é conhecido como "Papai Noel".
Idade: Também nunca se soube a idade do indivíduo, porém aparenta ser velho em torno de 50~60 anos.
Personalidade: violento, sanguinário, fechado e obscuro.
História: Em certa época, jornais locais de uma certa cidade interiorana publicavam semanalmente classificados sobre crianças que desapareciam misteriosamente. Tais desaparecimentos tinham uma frequência que variava de 2 à 3 dias, os quais começaram por volta do dia 5 de dezembro. Cerca de 2 semanas após o início dos desaparecimentos, um dos jornais havia recebido uma ligação anônima, de uma pessoa que afirmava ter reconhecido o corpo de uma das crianças desaparecidas, perto de um lago na área industrial da cidade.
 Autoridades foram enviadas para averiguar, e encontraram um corpo que de fato era de uma das crianças desaparecidas. O corpo se encontrava sem a pele em quase todo o torso, e também possuía os dedos das mãos e dos pés arrancados. A cena chocou os investigadores que preferiram não comentar nada, apesar da insistência da redação do jornal, que cobrava notícias por terem os chamado após a ligação.
 As investigações prosseguiram, assim como os desaparecimentos. Rastros de carnificina eram encontrados por volta da área industrial, até que saiu do gabinete do prefeito uma ordem para reforçar o policiamento na área. Em uma das noites frias de dezembro, um policial que patrulhava avistou um homem suspeito carregando um enorme saco de estopa manchado de vermelho entrando em um galpão, e o seguiu. Entrando furtivamente, o policial ficou chocado com o que via: o galpão possuía correntes e ganchos presos ao teto com roldanas, e nos ganchos haviam dedos presos, pelo menos na maioria deles. Adentrando mais, o homem avistou uma mesa cirúrgica suja de sangue, e no chão ao seu redor, peças humanas como orelhas e mãos. Já paralizado pelo medo, o policial tentou fugir para pedir reforços, porém é impedido por algo que não tinha visto nem em seus piores pesadelos. Parado à sua frente, segurando um enorme cutelo, estava um homem alto, gordo e barbudo, usando um avental manchado de sangue e uma máscara de couro cozido. O homem então ergueu o braço direito e golpeou o policial com um gancho que substituia sua mão, mas antes que pudesse golpeá-lo com o cutelo, foi acertado por alguns tiros, deixando o homem fugir.
 Desesperado e amedrontado, o policial correu para viatura e chamou reforços. Em alguns minutos, algumas viaturas cercaram o galpão. Ao vasculharem, o homem não foi encontrado. Mas haviam sacos manchados de sangue espalhados por toda a parte, e dentro deles, os corpos das crianças desaparecidas. No início do ano seguinte, os desaparecimentos sumiram, e o relato do policial era tratada como uma piada de mal gosto. Ao final do ano, os desaparecimentos voltaram à ocorrer e novos relatos surgiam. Segundo estes, um homem barbudo mascarado era visto carregando um saco vermelho e o arrastando pelos becos escuros...
« Última modificação: 16 de Fevereiro de 2010, 21:40 por Cronus »
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Rhaige

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #19 : 17 de Fevereiro de 2010, 17:11 »
Nome: Michelle B.
Idade: 17
Personalidade: Garota simples, gentil, gosta de escrever.
História:

"Foi encontrado hoje um corpo de um adolescente de aproximadamente 17 anos. Ele foi identificado como Angelo Thomps, um estudante que aparentemente cometeu suicídio."
Essa foi a notícia de todos os jornais da pequena cidade de Lowville.

Era dia 22. Um dia antes do assassinato. Michelle que estudava no mesmo colégio de Thomps fazia algumas anotações em seu caderno no pátio da escola. Era inverno, estava fazendo um pouco de frio, mas o suficiente para algumas pessoas estarem andando de casaco.

A jovem garota estava sozinha, sentada no banco sem se preocupar com o que estava ao seu redor. Ela distraída, seu pensamento foi interrompido por uma sombra que cobriu o caderno. Ela olhou para cima e viu aquela figura de preto com os olhos fitados nela. Era Thomps. Todos o ignoravam e ela de certo modo tinha medo dele. Fechou o caderno e se levantou ainda encarando ele.

-Você também os vê? - perguntou Thomps. Ela meio com medo respondeu:

-O que?

Thomps ficou parado por um instante e falou com um pequeno sorriso maléfico no rosto:

-Eles me disseram que você também os vê. Você não entende? Somos únicos!

Ela realmente estava assustada. Ignorou o que ele havia dito e correu em direção contraria. Ele lá de trás não mveu nem um músculo, mas ela pôde ver que ele sussurrava algumas coisas ao vento.

No dia seguinte. Todos ficam sabendo. Thomps morreu, na verdade, se matou. Michelle provavelmente fora a última a conversar com ele, não havia conseguido dormir de tanto pensar naquelas palavras do dia anterior. Ela estava sentada, novamente no mesmo banco em que vira Thomps.

-Ele não acreditava - disse uma voz sussurrando em seu ouvido. Ela achando que era alguém comentando o assunto, se virou lentamente perguntando:

-Não acreditava em que?

Suas palavras foram jogadas ao vento. Não havia ninguém ali. Suas pupilas dilataram e seu coração acelerou. Ela se levantou, olhou para os lados, mas não havia ninguém ali, exceto por... Havia um vulto parado a alguns metros dela. Parecia um homem todo vestido de preto com a cabeça voltada para baixo, escondendo seu rosto.

Não era apenas um eram vários e ela começou a ouvir suas vozes:

- Ele não acreditava que você também poderia nos ver. Ele não merecia nos ver, nos ouvir, mas com você será diferente. Você deverá fazer o que nós mandarmos!

-Não! Não! Não! Parem com isso! Não! Não quero! - gritava desesperada aquela garota, mas não adiantava. Depois de um tempo, ela foi internada e dita como louca, mas não... Eles eram reais.



A história não ficou exatamente como eu queria por conta do limite de linha ^^', mas gostei do resultado final apesar da história ser meio louca. Eu fui escrevendo o que deu na minha cabeça, eu não pretendia participar, mas eu estava afim de escrever, então...  :SRM 14:

Enfim, boa sorte a todos.
« Última modificação: 17 de Fevereiro de 2010, 17:13 por Rhaige »
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Zukko

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #20 : 17 de Fevereiro de 2010, 23:13 »
Personalidade: Calmo e sinistro!

Já editei seu post colocando a personalidade correta, agora a inscrição está válida.
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Alex Crosslight

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #21 : 18 de Fevereiro de 2010, 00:44 »
Não ficou exatamente no jeito que esperava, mas vamos ver no que vai dar, savvy?



Nome: Celine N. Odrell
Idade: 27 anos
Aparência: Aparentemente calma, sincera e meiga.
História:
Estava no 7° mês de gravidez, mas foi menos do que esperado, meu pequeno Ezequiel queria ver o mundo logo cedo, batia na minha barriga loucamente, parecia empolgado para sair, e quanto mais batia mais excitada em querer vê-lo eu ficava. Já eram quase 17:15, o hospital permanecia em silêncio, apenas ouvia o vento da tarde batendo nas árvores, uma das enfermeiras entra e fecha a janela, abrindo um leve sorriso a mim"Ele está mesmo querendo sair, não?"- eu passava a mão em minha barriga, fazendo um leve carinho"Sim,o apressadinho aqui não aguenta mais esperar"- ela pegava a bandeja com os medicamentos e se retirava do meu quarto, não sei por qual razão, mas ficava com febre, tremia um pouco, mas ainda sim me sentia feliz...
Eram 10:30 da noite, e senti que minha bolsa havia estourado, só que a água dela estava muito quente, deveria ser a febre, felizmente uma enfermeira havia visto ocorrido, e logo chamou um médico, me levaram para a sala de parto. No caminho Ezequiel batia brutamente, agora parecendo que queria rasgar minha pele, era estranho, e no mesmo ritmo sentia minha barriga queimando...A febre aumentava gradativamente, junto com a força que o bebê batia na minha barriga, comecei a entrar em desespero, um dos médicos foi checar minha temperatura e viu que estava a mais de 30° graus, parecia que ia morrer num calor insuportável Eu não conseguia suportar, era uma dor tremenda, agoniante, estava ficando louca. O médico aplicou a anestesia, mas minha dor ainda permanecia, começaram a ficar nervosos e espantados comigo, ele tentou aplicar outra mais concentrada, só que um dos médicos o parou, seria fatal para mim e para o bebê outra dose. Tiveram que se arriscar a fazer o parto assim mesmo, chamaram mais 4 médicos, e todos seguravam meus membros, de modo que eu ficasse imobilizada, mas não conseguia parar! Algo de ruim estava acontecendo, o médico então inicia a cesariana, sentia uma dor horrivel, gritava histericamente aos 4 cantos da sala, estava sendo torturada. O bebê socava minha barriga ainda mais, eu chutei o médico e ele caiu, o bisturi havia ficando em seu olho esquerdo na queda, pediram socorro em outros locais do hospital para vir até onde estava. A febre aumentava, e todos ficavam nervosos, meu coração batia desesperado e o meu filho parecia querer sair pela abertura que o cirurgião conseguiu fazer a todo custo, era uma dor muito grande, estava desesperado. outro cirurgião chega, e veem a situação, os médicos se esforçavam para eu não acabar fugindo de la, mais 2 médicos chegam e socorrem o cirurgião ferido, o levando para outra sala. O que havia chegado tentava terminar a cesariana, mas não conseguia se concentrar comigo em movimento, os médicos faziam força sobre mim, de modo a ficar imobilizada, era uma tarefa árdua, mas tudo para salvar a mim e o meu filho.
Foi quando parecia ter parado, eu não estava mais sentido dor, só que começei a ficar cansada, muito cansada, e vagarosamente fechava os olhos, apenas ouvia duas coisas, um barulho ensurdecedor da maquina de batimentos e o cirurgião dizendo, "o bebê, está carbonizado"




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Zukko

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #22 : 18 de Fevereiro de 2010, 16:20 »
Inscrições Encerradas!

A partir de Agora tem inicio as votações.

Cada membro deverá votar em 2 participantes.
Todos participantes deverão votar, mas não poderão votar em si mesmos.
Para evitar a Criação de contas falsas para votar, votos de membros com menos de 5% de atividade não serão considerados.

Participantes:
(Por ordem de inscrição)

Mooner
Spoiler  :
Nome: Sr. Cido Desco
Idade: O máximo que puder contar...
Personalidade: Incógnito.
História: Um dia em que eu não viva, eu posso ser feliz... Porém, se eu morrer, o mundo morre junto... Todos iriam comigo para o vazio... Eu não quero isso... Pois eu a amo.
Eu não havia começado minha jornada quando eu a encontrei... Quando eu a vi, ela estava sorrindo, porém aquele sorriso sincero não era para mim... Era para um pássaro... Ela o estava alimentando, jogando suas sementes ao chão... Sorrindo para o pássaro que era alimentado, sem os seus dentes... Era o pássaro e ela... Eu senti raiva por não ser alimentado por ela, aquela graciosa criatura cinzenta... Era o pássaro e ela... Com aquela mente inocente... Era o pássaro e ela...
Quando sinto algo dentro de mim querendo sair, rasgo-me e começo a berrar, e olhou para mim... Era o pássaro e ela... Então uma voz dentro de mim fala bem alto para pegá-la para meu ser, eu ergo meus braços para abraçá-la, mas foge de mim... Era o pássaro com ela...
Logo vou me irritando e a voz vai ficando cada vez mais lúcida, quando finalmente sinto um clarão em mim conectando-se àquela graça... Era o pássaro e ela...
Percebo que o que fiz não havia volta, e então olho para o meu feito... Peguei uma semente no chão e alimentei... Era eu, o pássaro e ela.

Saddler
Spoiler  :
Nome: Saddler
Idade: 17
Personalidade: Calmo e sinistro
História: Em uma floresta calma, com bastante vento, vento suave, refrecante, solene. Em uma casa calma, onde um homem mora sosinho, esse homem é ligado a livros, ele pinta quadros também, refletindo suas emoções estranhas. Ele olha pela janela de sua casa, o dia é pálido, ensinsentado, as nuvens são chatas, as arvores se movem lentamente. Ele adora isso, tudo muito calmo, seu espirito pacifico reflete isso... Derrepente patidos na porta o chamam a atenção, o mais estranho é que ele não esperava nenhuma visita, logo ficou com medo, não sábia quem era e o que queria, imaginava que era alguém perdido precisando de ajuda... Ele foi até a porta, abriou e uma bela jovem com cabelos loiros e pele branca ele avistou. A moça falou:
- Estou perdida nesse lugar! Preciso de ajuda!!
- Moça, o que faz aqui? E porque se perdeu...?
- Senhor, eu estava colhendo flores, quando me perdi, tentei voltar para minha casa... Mais não consegui, foi então que avistei uma casa, e aqui estou...
- Você precisa de ajuda, que bom que você me encontrou! Eu conheço esse lugar muito bem. Entre!
- Obrigado senhor.
Ele avisou para ela que iria fazer chá, e pediu gentilmente á ela que se senta-se na sala, ela obdeceu-o e sentou-se em um sofa aconsegante e maciu, começou a observar os detalhes da casa, os quadros misteriosas que a ela chamavam a atenção. Derrepente o senhor veio a sala com um facão enorme sem ela perceber, e a tocou com a mão o ombro da moça. Ela se assustou e virou-se para velo, ela tomou um grande susto quando viu o facão na mão do senhor, ela falou:
- Senhor o que houve!?
- Nada... Eu apenas vim dizer-te que o chá está pronto, e que logo, logo vou te trazer uma xicara de chá.
Ela pensou, para que esse facão então?
- Senhor, esse facão é para que?
- Estava a cortar carne...
E ele a matou a sangue frio! Depois bebeu o sangué dela, pois ele era um vampiro sanguinario!!!

Ballardz
Spoiler  :
Nome: Dona Carminha Modesta
Idade: 73
Personalidade:  Várias... Ora uma velhinha adoravel, Ora uma assassina sanguinária
História:
 Dona Carminha Modesta era um velhinha muito gentil que vivia no bairro do limoeiro, um dia ela foi pra casa do seu primo no Rio De Janeiro, lá era cidade grande, e os instintos sombrios da dona carminha modesta se afloraram, primeiro ela foi até a Rocinha, fez uns trabalhos pro Baiano(que conseguiu fugir misteriosamente do capitão nascimento), conseguiu um 38, e um coquetel molotov, então entrou num ônibus, e começou o discursso:
-Eu podia tar matando, podia tar robando, podia tar lá em brasília, podia tar fazendo um jogo no rpg maker, mas eu to aqui, robando..
Então Dona Carminha Modesta saca a 38 dela e faz tres disparos pra cima, e em seguida acerta um teco na cabeça do motorista, mas nesse exato momento surge o um policial renomado, chamado Jack Bauer, dá uma coronhada na Dona Carminha Modesta e a prende.
Dona Carminha Modesta é presa, na cela com fernandinho Beira-mar, Bin Laden, Arruda dos panetones, Solid Snake e Duende verde. Pobre Dona Carminha Modesta, foi transformada em enchimento de travesseiro...

Jeff Masterbee
Spoiler  :
Nome:Robert Weend's;
Idade: 43 anos;
Personalidade: Pai atencioso, sempre trabalhando firme para dar o melhor a sua família;
História:
 Emily, esta a brincar no quintal neste final de semana, com seu vestido novo de primavera totalmente rodeado por lindas flores cor-de-laranja, brinca em seguir borboletas, mas sempre sendo observada por seu pai, Robert Weend’s um respeitado e conceituado cientista, que de minutos em minutos olha atenciosamente pela janela, preocupado sempre na segurança de sua filha.
 Emily se distancia um pouco, mas seu pai ignora o fato por um instante, Emily some da visão limitada pela janela, também demorando a voltar, causando assim preocupação a seu pai.
 A preocupação de Robert perante sua filha o fez levantar e ir ver o que estava a acontecer, seguindo a esquerda de sua grandiosa casa, entrando em um campo tomado por árvores e por vegetação que parecia nunca aparada, isto dificulta a visão de Robert e o deixa cada vez mais desesperado em encontrar sua filha, berrando seu nome seguido dos vários apelidinhos carinhosos de um pai.
-Emily!!!Princesa!!Emily...Hey querida.
 Por instantes parava de clamar o nome de sua filha, esperando ouvir alguma resposta, mas nada além dos grilos em meio à vegetação, respondiam o seu desesperado chamado.
-Emily!!!Querida...Responda filha...Emilly!!!
 Novamente não houve sequer nenhuma resposta, mas ao passar pela vegetação do vasto campo, Robert sente algo molhado e ainda fresco tocar em seu braço enquanto afastava de sua frente as grandes folhas que dificultam seus passos, ao sentir logo colocou os olhos a ver o que era, e viu algo que o deixou horrorizado, pois em meio as folhas havia sangue, desesperado o pai corre seguindo os rastros de sangue nas folhas, até chegar em um pequeno local com um pequeno lago, cuja em suas águas um corpo estava boiando cercado por todos os lados de um vermelho brilhante a luz do sol.
 Por alguns segundos Robert fica paralisado com a imagem, e mesmo sendo um cientista e não crendo em Deus, pedi ao próprio para que aquela não seja sua menininha querida. Mas ao olhar fixamente para o corpo a boiar vê as lindas flores cor-de-laranja estampadas no vestidinho, sem mais dúvidas Robert pula ao lago pegando o corpo e o levantando com a cabeça para fora, para que pudesse respirar, mas isto se torna inútil, pois no corpo já não havia nada acima do pescoço.
 Para o fim de seu desespero, eis que uma sombra dentro do pequeno lago brilhante e repleto de vermelho, o puxa para o fim da vida, onde a dor era tão forte que já não mais a sentia, onde seu sangue jorrava tanto que já mais não via as flores cor-de-laranja no vestido de sua pequena filha.

fbu
Spoiler  :
Nome: Albert
Idade: 40~43
Personalidade: Não é descrita na história, mas sabe-se que era um pouco anti-social, sendo que raramente os vizinhos o viam a sair de casa.
História: Os moradores daquela rua quase não conseguiam dormir há 3 dias, desde que Albert tinha voltado do hospital onde esteve internado. Ninguém sabia o que lhe tinha acontecido, na verdade, Albert quase nunca saia de casa, por isso ninguém sabia que ele tinha estado no hospital ou não imaginavam. A verdade é que desde que ele tinha voltado, as noites tornaram-se num pesadelo para os seus vizinhos. Todas as noites ouviam os mesmos barulhos: encontrões contra a parede, gritos, esguichos, objectos partidos provavelmente atirados ao ar... Ao 3º dia, um dos moradores foi à polícia do local fazer uma queixa do que se passava. A polícia chegou ao local às 22.00h. O chefe da polícia tocou à campainha. Ninguém respondeu. Tocou novamente... e novamente. Ninguém atendeu. Agarrou a maçaneta da porta, que para sua grande surpresa, estava aberta. Entrou com um grupo de outros 3 polícias atrás. A casa estava suja, cheia de teias de aranha. Era notório que aquele chão não via uma vassoura há semanas. Cheirava mal, a mofo e a um mau hálito típico de uma pessoa que acaba de acordar. A casa tinha um 1º andar. Os polícias subiram as escadas que rangiam o tempo todo. O 3º polícia, que era bem mais constituído que os outros, chegou mesmo a partir um dos degraus da escada. Chegaram ao corredor do 1º andar, e havia uma porta ao fundo, de onde vinha o barulho horripilante. Os polícias avançaram. O ambiente era assustador. O chefe colocou a sua mão na maçaneta da porta e abriu a mesma. Não se conseguia ver nada, a não ser o escuro do quarto. De repente, uma corrente de ar embateu na testa do polícia e uma figura horrenda apareceu da escuridão com um corpo com mais ou menos 190 cm, corcunda, cor de pele azulada, olhos ensanguentados e cabelo cinzento. Os policiais deram 2 passos atrás, quando a figura esticou o seu braço e agarrou na gravata do polícia e com ele na sua mão, saltou à janela. Um dos polícias desmaiou enquanto os outros 2 começaram um tiroteio, mesmo depois da criatura ter saltado. Os moradores ouviram os barulhos e saíram à rua para ver o que se tinha passado. A televisão e a rádio não tardaram a chegar ao local, assim como as ambulâncias. No dia seguinte, a media já tinha divulgado a notícia, sugerindo também várias especulações sobre o que terá acontecido nessa noite.

Greenleaf
Spoiler  :
Nome: Gabriel Lucan
Idade: 14
Personalidade: Curioso
História:

Meia Noite, o telefone da casa dos Lucan toca. Gabriel acorda em sua cama, porém espera deitado pensando que alguém vai atender. O Telefone toca por longos 5 minutos e ninguém atende. Novamente volta a tocar... Gabriel já esta com sono e então o telefone para de tocar.  Ele abre os olhos arregalados ao ouvir o som da porta da cozinha se abrindo.
Assustado, vai até a cozinha... ao por o primeiro pé na escada, a TV da sala liga sozinha. Desce as escadas devagar e vai até a cozinha e pega uma faca... vai até a porta da sala e ninguém a vistar.
A TV ligada passava um pequeno filme de terror que envolvia lobos e Zombies. Gabriel foi mais tranqüilizado  por pensar em ser o barulho do filme e foi desligar o botão da TV. Por fim, o botão emperrou, Gabriel tentou desligar, mas ao olhar para a TV, viu o reflexo de algo totalmente contorcido na porta e se assustou, cai ao chão e a TV desligou.
De repente a luz do banheiro ao lado de seu quarto acende e apaga uma vez... ele vai ao banheiro ainda com a faca na mão e cuidadosamente sobe as escadas... até virar o rosto e ver a sombra da tal coisa contorcida cuja parecia mais um Zumbi. Olhou para trás e só viu a escrivaninha de seu pai cuja ficava atrás das escadas.
A chuva começa a tomar conta da noite e já são 0:49. Enfim passa por seu quarto mas ao passar pela cama, sente algo pegar sua perna... e um grande trovão faz ele ver uma mão totalmente rasgada como carne viva. Ele da um pulo e se assusta, olha para o relógio e  eram 0:51, a TV na sala liga novamente, a batida na porta da cozinha se repete e o telefone começa a tocar. Gabriel ouve o som do telefone saindo pelo banheiro. Abre a porta devagar e vê o telefone na banheira cheia de água.
Gabriel sente um gelo na costa e olha para ao espelho; o trovão bate e ele vê a criatura de 2 metros de altura com a cabeça, braços contorcidos na direção esquerda e com o corpo todo rasgado.
Um berro é ouvido pela vizinhança. E na manhã seguinte Gabriel desapareceu, mas a tal criatura deixou  um Risco na porta do banheiro. A grande coinhcidencia foi que em 5 distritos aconteceram a mesma coisa, só que a quantidade de riscos era maior que 1. Simplesmente sete garotos de 14 anos desapareceram depois daquele dia... e até hoje são procurados.

OmTsTM
Spoiler  :
Nome: Andy Wattz.
Idade: 16.
Personalidade: Anti-social.
História:

Inverno. A cidade de Portest nunca havia sofrido tanto nos últimos tempos, suas tempestades de neve se tornaram constantes dia após dia. Andy estava em seu quarto buscando adrenalina virtual, já que era a sua única fuga dos problemas existentes até então, mas nada infringia em seu comportamento sedentário.

Dias insanos coisas insanas. Andy acabará de receber uma mensagem virtual, onde estava descrito strings complexas, que o jovem não se deu por vencido e tentou localizar algo legível para poder ler, sua tentativa de busca falhou, mas uma coisa que o deixou abismado foi o fato de a mensagem não ter um dono. Ele tentou recorrer a programas que faziam leitura das strings, e num piscar de olhos uma imagem se formou no visor do monitor dando a característica de uma mulher idosa. O jovem não entendeu o porquê da imagem, e avançou até a cozinha para apanhar um copo de água, ao voltar para seu esconderijo um barulho estremeceu toda a superfície da casa, aqueles que residiam no local gritaram freneticamente até que um estrondo rompeu suas vozes. A idosa que estava fixada no monitor, logo se tornou uma ilusão “verdadeira” que caminhava no corredor onde Andy também estava, suas pernas ficaram tremulas e imagens de seus pais contorciam-se com um imenso ruído vindo da idosa. O jovem garoto tentou esquivar e abrir a maçaneta, mas algo estava impedindo. Uma mão então toca-lhe, forçando-o rever a morte trágica de seus pais.

- Não, não!!! Esse sonho parece tão real...
Andy, Andy – dizia uma voz rouca.
- Hum? Onde esto... ah era só você vovó.
- Algum problema?
- Não é que acabei de ter um pesadelo.
- Conte-me mais tarde, irei preparar a janta...

Logo o notebook de Andy levantou um pequeno oscilo: "Uma nova mensagem na sua caixa está disponível."

Mev-Viking
Spoiler  :
Nome: João
Idade: 16
Personalidade: Um adolescente normal, inconsequente e egoísta, porem de certa forma amável.
História: A chuva caía em torrentes, não se enxergava a um palmo de seu próprio rosto. Era a primeira vez que João, pobre garoto via neblina aqui no Brasil. O ônibus chacoalhava como se faltasse metade de seus pneus. João não tinha muitos amigos em sua classe, então sentava sozinho do fundo do ônibus. Era uma excursão escolar à Barra Bonita, uma jornada de horas em uma estrada vazia e escura.
Seus colegas de sala cantavam uma canção medonha que ele não conhecia, então entediado, ficou esperando algo inesperado acontecer, para quebrar seu tédio e impaciência.
Como nada disso aconteceu, ficou lá na dele, coçando seu olho até todos os barulhos se tornarem um vago eco e ele cair em um sono profundo.
João tinha um péssimo pressentimento sobre a viajem, e ao dormir, já havia praticamente assinado um contrato que aceitava acordar com pasta de dente no rosto, todo mijado, ou algo assim.
Mas não, algo diferente disso ia acontecer, e não ia ser engraçado pra ninguém.
Ao acordar, checou para ver se haviam feito alguma brincadeira, mas nada. Estava tudo um borrão, tudo desfocado pelo seu sono. O chão por alguma razão estava molhado.
Esperou tudo ficar mas claro, ao que levantou seu rosto, viu.
Todos seus amigos mortos, com as faces desfiguradas. No chão, poças de sangue.
João não havia notado, o ônibus estava parado, o motorista provavelmente havia morrido também. Nunca havia sentido tanto medo em toda sua vida. Medo, agonia, frio, e por algum motivo tristeza por ser a unica alma viva.
Se levantou, chorando de desespero. Não passava carros, não ouvia barulho nenhum, estava sozinho num ônibus no meio de um canavial, para aumentar seu desespero. Correu para o motorista, tentando não ver os cadáveres, mas no corredor estreito, algo o parou. Era uma mão fria e umida. Não queria se virar, foi seu instinto que o fez olhar: Era uma garotinha, com olhos vermelhos, João a consideraria morta, se não estivesse se movendo.
Estava desfigurada também e havia uma faca em sua cabeça.
João estava paralizado, não tinha certeza se era um sonho.
A menina não disse nada, lentamente retirou a faca de seu crânio ensanguentado e a colocou violentamente no de João, guiando-o para o doce alívio de sua morte.

Cronus
Spoiler  :
Nome: Não se sabe, mas é conhecido como "Papai Noel".
Idade: Também nunca se soube a idade do indivíduo, porém aparenta ser velho em torno de 50~60 anos.
Personalidade: violento, sanguinário, fechado e obscuro.
História: Em certa época, jornais locais de uma certa cidade interiorana publicavam semanalmente classificados sobre crianças que desapareciam misteriosamente. Tais desaparecimentos tinham uma frequência que variava de 2 à 3 dias, os quais começaram por volta do dia 5 de dezembro. Cerca de 2 semanas após o início dos desaparecimentos, um dos jornais havia recebido uma ligação anônima, de uma pessoa que afirmava ter reconhecido o corpo de uma das crianças desaparecidas, perto de um lago na área industrial da cidade.
 Autoridades foram enviadas para averiguar, e encontraram um corpo que de fato era de uma das crianças desaparecidas. O corpo se encontrava sem a pele em quase todo o torso, e também possuía os dedos das mãos e dos pés arrancados. A cena chocou os investigadores que preferiram não comentar nada, apesar da insistência da redação do jornal, que cobrava notícias por terem os chamado após a ligação.
 As investigações prosseguiram, assim como os desaparecimentos. Rastros de carnificina eram encontrados por volta da área industrial, até que saiu do gabinete do prefeito uma ordem para reforçar o policiamento na área. Em uma das noites frias de dezembro, um policial que patrulhava avistou um homem suspeito carregando um enorme saco de estopa manchado de vermelho entrando em um galpão, e o seguiu. Entrando furtivamente, o policial ficou chocado com o que via: o galpão possuía correntes e ganchos presos ao teto com roldanas, e nos ganchos haviam dedos presos, pelo menos na maioria deles. Adentrando mais, o homem avistou uma mesa cirúrgica suja de sangue, e no chão ao seu redor, peças humanas como orelhas e mãos. Já paralizado pelo medo, o policial tentou fugir para pedir reforços, porém é impedido por algo que não tinha visto nem em seus piores pesadelos. Parado à sua frente, segurando um enorme cutelo, estava um homem alto, gordo e barbudo, usando um avental manchado de sangue e uma máscara de couro cozido. O homem então ergueu o braço direito e golpeou o policial com um gancho que substituia sua mão, mas antes que pudesse golpeá-lo com o cutelo, foi acertado por alguns tiros, deixando o homem fugir.
 Desesperado e amedrontado, o policial correu para viatura e chamou reforços. Em alguns minutos, algumas viaturas cercaram o galpão. Ao vasculharem, o homem não foi encontrado. Mas haviam sacos manchados de sangue espalhados por toda a parte, e dentro deles, os corpos das crianças desaparecidas. No início do ano seguinte, os desaparecimentos sumiram, e o relato do policial era tratada como uma piada de mal gosto. Ao final do ano, os desaparecimentos voltaram à ocorrer e novos relatos surgiam. Segundo estes, um homem barbudo mascarado era visto carregando um saco vermelho e o arrastando pelos becos escuros...

Rhaige
Spoiler  :
Nome: Michelle B.
Idade: 17
Personalidade: Garota simples, gentil, gosta de escrever.
História:

"Foi encontrado hoje um corpo de um adolescente de aproximadamente 17 anos. Ele foi identificado como Angelo Thomps, um estudante que aparentemente cometeu suicídio."
Essa foi a notícia de todos os jornais da pequena cidade de Lowville.

Era dia 22. Um dia antes do assassinato. Michelle que estudava no mesmo colégio de Thomps fazia algumas anotações em seu caderno no pátio da escola. Era inverno, estava fazendo um pouco de frio, mas o suficiente para algumas pessoas estarem andando de casaco.

A jovem garota estava sozinha, sentada no banco sem se preocupar com o que estava ao seu redor. Ela distraída, seu pensamento foi interrompido por uma sombra que cobriu o caderno. Ela olhou para cima e viu aquela figura de preto com os olhos fitados nela. Era Thomps. Todos o ignoravam e ela de certo modo tinha medo dele. Fechou o caderno e se levantou ainda encarando ele.

-Você também os vê? - perguntou Thomps. Ela meio com medo respondeu:

-O que?

Thomps ficou parado por um instante e falou com um pequeno sorriso maléfico no rosto:

-Eles me disseram que você também os vê. Você não entende? Somos únicos!

Ela realmente estava assustada. Ignorou o que ele havia dito e correu em direção contraria. Ele lá de trás não mveu nem um músculo, mas ela pôde ver que ele sussurrava algumas coisas ao vento.

No dia seguinte. Todos ficam sabendo. Thomps morreu, na verdade, se matou. Michelle provavelmente fora a última a conversar com ele, não havia conseguido dormir de tanto pensar naquelas palavras do dia anterior. Ela estava sentada, novamente no mesmo banco em que vira Thomps.

-Ele não acreditava - disse uma voz sussurrando em seu ouvido. Ela achando que era alguém comentando o assunto, se virou lentamente perguntando:

-Não acreditava em que?

Suas palavras foram jogadas ao vento. Não havia ninguém ali. Suas pupilas dilataram e seu coração acelerou. Ela se levantou, olhou para os lados, mas não havia ninguém ali, exceto por... Havia um vulto parado a alguns metros dela. Parecia um homem todo vestido de preto com a cabeça voltada para baixo, escondendo seu rosto.

Não era apenas um eram vários e ela começou a ouvir suas vozes:

- Ele não acreditava que você também poderia nos ver. Ele não merecia nos ver, nos ouvir, mas com você será diferente. Você deverá fazer o que nós mandarmos!

-Não! Não! Não! Parem com isso! Não! Não quero! - gritava desesperada aquela garota, mas não adiantava. Depois de um tempo, ela foi internada e dita como louca, mas não... Eles eram reais.

Akimenerus
Spoiler  :
Nome: Celine N. Odrell
Idade: 27 anos
Aparência: Aparentemente calma, sincera e meiga.
História:
Estava no 7° mês de gravidez, mas foi menos do que esperado, meu pequeno Ezequiel queria ver o mundo logo cedo, batia na minha barriga loucamente, parecia empolgado para sair, e quanto mais batia mais excitada em querer vê-lo eu ficava. Já eram quase 17:15, o hospital permanecia em silêncio, apenas ouvia o vento da tarde batendo nas árvores, uma das enfermeiras entra e fecha a janela, abrindo um leve sorriso a mim"Ele está mesmo querendo sair, não?"- eu passava a mão em minha barriga, fazendo um leve carinho"Sim,o apressadinho aqui não aguenta mais esperar"- ela pegava a bandeja com os medicamentos e se retirava do meu quarto, não sei por qual razão, mas ficava com febre, tremia um pouco, mas ainda sim me sentia feliz...
Eram 10:30 da noite, e senti que minha bolsa havia estourado, só que a água dela estava muito quente, deveria ser a febre, felizmente uma enfermeira havia visto ocorrido, e logo chamou um médico, me levaram para a sala de parto. No caminho Ezequiel batia brutamente, agora parecendo que queria rasgar minha pele, era estranho, e no mesmo ritmo sentia minha barriga queimando...A febre aumentava gradativamente, junto com a força que o bebê batia na minha barriga, comecei a entrar em desespero, um dos médicos foi checar minha temperatura e viu que estava a mais de 30° graus, parecia que ia morrer num calor insuportável Eu não conseguia suportar, era uma dor tremenda, agoniante, estava ficando louca. O médico aplicou a anestesia, mas minha dor ainda permanecia, começaram a ficar nervosos e espantados comigo, ele tentou aplicar outra mais concentrada, só que um dos médicos o parou, seria fatal para mim e para o bebê outra dose. Tiveram que se arriscar a fazer o parto assim mesmo, chamaram mais 4 médicos, e todos seguravam meus membros, de modo que eu ficasse imobilizada, mas não conseguia parar! Algo de ruim estava acontecendo, o médico então inicia a cesariana, sentia uma dor horrivel, gritava histericamente aos 4 cantos da sala, estava sendo torturada. O bebê socava minha barriga ainda mais, eu chutei o médico e ele caiu, o bisturi havia ficando em seu olho esquerdo na queda, pediram socorro em outros locais do hospital para vir até onde estava. A febre aumentava, e todos ficavam nervosos, meu coração batia desesperado e o meu filho parecia querer sair pela abertura que o cirurgião conseguiu fazer a todo custo, era uma dor muito grande, estava desesperado. outro cirurgião chega, e veem a situação, os médicos se esforçavam para eu não acabar fugindo de la, mais 2 médicos chegam e socorrem o cirurgião ferido, o levando para outra sala. O que havia chegado tentava terminar a cesariana, mas não conseguia se concentrar comigo em movimento, os médicos faziam força sobre mim, de modo a ficar imobilizada, era uma tarefa árdua, mas tudo para salvar a mim e o meu filho.
Foi quando parecia ter parado, eu não estava mais sentido dor, só que começei a ficar cansada, muito cansada, e vagarosamente fechava os olhos, apenas ouvia duas coisas, um barulho ensurdecedor da maquina de batimentos e o cirurgião dizendo, "o bebê, está carbonizado"
« Última modificação: 18 de Fevereiro de 2010, 16:54 por Zukko »
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Alexandre

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #23 : 18 de Fevereiro de 2010, 16:29 »
Akimenerus
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Boa sorte a todos.  :SRM 44:
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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #24 : 18 de Fevereiro de 2010, 16:35 »
Jeff MasterBee e Cronus

Boa sorte a todos

Itterasshai!
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Ballardz

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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #25 : 18 de Fevereiro de 2010, 16:41 »
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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #26 : 18 de Fevereiro de 2010, 16:44 »
Akimenerus

Mev-Viking

Gostei das duas histórias,aterrorizante =D
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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #27 : 18 de Fevereiro de 2010, 16:53 »
Vamos votar  :SRM 38:

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* Mooner



Até mais.  :SRM 48:
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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #28 : 18 de Fevereiro de 2010, 17:07 »
Rhaige e FBU.
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Re: Concurso Semanal SRM - História de Terror [Fev - Semana 3]
« Resposta #29 : 18 de Fevereiro de 2010, 17:31 »
Eu voto em:

OmTsTM
e
Rhaige

Boa sorte a todos e obrigado àqueles que conseguiram ler até o final o meu conto (mesmo não sendo um texto grande, tem pessoa que desiste por ser confuso... Mas qual a graça de uma história de terror sem ela estar confusa? :SRM 28:)

Abraços do Mooner :SRM 2:
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