Não ficou exatamente no jeito que esperava, mas vamos ver no que vai dar, savvy?
Nome: Celine N. Odrell
Idade: 27 anos
Aparência: Aparentemente calma, sincera e meiga.
História:
Estava no 7° mês de gravidez, mas foi menos do que esperado, meu pequeno Ezequiel queria ver o mundo logo cedo, batia na minha barriga loucamente, parecia empolgado para sair, e quanto mais batia mais excitada em querer vê-lo eu ficava. Já eram quase 17:15, o hospital permanecia em silêncio, apenas ouvia o vento da tarde batendo nas árvores, uma das enfermeiras entra e fecha a janela, abrindo um leve sorriso a mim"Ele está mesmo querendo sair, não?"- eu passava a mão em minha barriga, fazendo um leve carinho"Sim,o apressadinho aqui não aguenta mais esperar"- ela pegava a bandeja com os medicamentos e se retirava do meu quarto, não sei por qual razão, mas ficava com febre, tremia um pouco, mas ainda sim me sentia feliz...
Eram 10:30 da noite, e senti que minha bolsa havia estourado, só que a água dela estava muito quente, deveria ser a febre, felizmente uma enfermeira havia visto ocorrido, e logo chamou um médico, me levaram para a sala de parto. No caminho Ezequiel batia brutamente, agora parecendo que queria rasgar minha pele, era estranho, e no mesmo ritmo sentia minha barriga queimando...A febre aumentava gradativamente, junto com a força que o bebê batia na minha barriga, comecei a entrar em desespero, um dos médicos foi checar minha temperatura e viu que estava a mais de 30° graus, parecia que ia morrer num calor insuportável Eu não conseguia suportar, era uma dor tremenda, agoniante, estava ficando louca. O médico aplicou a anestesia, mas minha dor ainda permanecia, começaram a ficar nervosos e espantados comigo, ele tentou aplicar outra mais concentrada, só que um dos médicos o parou, seria fatal para mim e para o bebê outra dose. Tiveram que se arriscar a fazer o parto assim mesmo, chamaram mais 4 médicos, e todos seguravam meus membros, de modo que eu ficasse imobilizada, mas não conseguia parar! Algo de ruim estava acontecendo, o médico então inicia a cesariana, sentia uma dor horrivel, gritava histericamente aos 4 cantos da sala, estava sendo torturada. O bebê socava minha barriga ainda mais, eu chutei o médico e ele caiu, o bisturi havia ficando em seu olho esquerdo na queda, pediram socorro em outros locais do hospital para vir até onde estava. A febre aumentava, e todos ficavam nervosos, meu coração batia desesperado e o meu filho parecia querer sair pela abertura que o cirurgião conseguiu fazer a todo custo, era uma dor muito grande, estava desesperado. outro cirurgião chega, e veem a situação, os médicos se esforçavam para eu não acabar fugindo de la, mais 2 médicos chegam e socorrem o cirurgião ferido, o levando para outra sala. O que havia chegado tentava terminar a cesariana, mas não conseguia se concentrar comigo em movimento, os médicos faziam força sobre mim, de modo a ficar imobilizada, era uma tarefa árdua, mas tudo para salvar a mim e o meu filho.
Foi quando parecia ter parado, eu não estava mais sentido dor, só que começei a ficar cansada, muito cansada, e vagarosamente fechava os olhos, apenas ouvia duas coisas, um barulho ensurdecedor da maquina de batimentos e o cirurgião dizendo, "o bebê, está carbonizado"