Introdução:
Infected é um RPG moderno idealizado por mim, que ainda não passa duma ideia e que têm como base no género terror produzido no RPG Maker VX. O jogo mistura vários géneros como o terror, acção, suspense e investigação. O que torna Infected diferente dos outros RPGs não é por ser um jogo com um enredo moderno, fora do contexto medieval, mas sim por ser um jogo em que a acção é em tempo real, com armas de fogo, fugindo assim ao costume da maioria dos RPGs. O enredo é inspirado em obras como Silent Hill e Resident Evil, assim como o ambiente e o terror.
Enredo:Prólogo:
Os moradores daquela rua quase não conseguiam dormir há 3 dias, desde que Albert tinha voltado do hospital onde esteve internado. Ninguém sabia o que lhe tinha acontecido, na verdade, Albert quase nunca saia de casa, por isso ninguém sabia que ele tinha estado no hospital ou não imaginavam. A verdade é que desde que ele tinha voltado, as noites tornaram-se num pesadelo para os seus vizinhos.
Todas as noites ouviam os mesmos barulhos: encontrões contra a parede, gritos, esguinchos, objectos partidos provavelmente atirados ao ar... Ao 3º dia, um dos moradores foi à polícia do local fazer uma queixa do que se passava. A polícia chegou ao local às 22.00h. O chefe da polícia tocou à campainha. Ninguém respondeu. Tocou novamente... e novamente. Ninguém atendeu.
- Bem, meu senhor, não está ninguém em casa. – disse o polícia. – Teremos que cá voltar noutro dia.
- Não! Ele está em casa, eu sei, ele está em casa todas as noites e todos os dias. Ele praticamente não sai de casa. Nós sabemos disso, eu sei disso!
- Meu senhor... – começou o polícia.
- Por favor! Não conseguimos dormir há 3 noites. Não nos deixe neste inferno. – implorou o morador que tinha ido fazer queixa e que estava com eles no local.
O polícia agarrou a maçaneta da porta, que para sua grande surpresa, rodou com a sua mão.
- Veja, a sorte está do seu lado hoje. A porta está aberta, realmente há algo aqui de estranho. Pode voltar para a sua casa que nós iremos investigar o local.
- Oh! Obrigado, sr. Agente. Espero que consigam resolver o problema. Boa noite. – respondeu o morador.
- Igualmente. – respondeu o polícia.
O polícia entrou com um grupo de outros 3 polícias atrás. A casa estava suja, cheia de teais de aranha. Era notório que aquele chão não via uma vassoura há semanas. Cheirava mal, a mofo e a um mau hálito típico de uma pessoa que acaba de acordar. A casa tinha um 1º andar. Os polícias subiram as escadas que rangiam o tempo todo. O 3º polícia, que era bem mais constítuido que os outros, chegou mesmo a partir um dos degraus da escada.
Chegaram ao corredor do 1º andar, e havia uma porta ao fundo, de onde vinha o barulho horripilante. Os polícias avançaram. O ambiente era assustador. O chefe colocou a sua mão na maçaneta da porta e abriu a mesma. Não se conseguia ver nada, a não ser o escuro do quarto. Derrepente, uma corrente de ar embateu na testa do polícia e uma figura horrenta apareceu da escuridão com um corpo com mais ou menos 1,90, corcunda, cor de pele azulada, olhos ensaguentados e cabelo cinzento.
Os políciais deram 2 passos atrás, quando a figura esticou o seu braço e agarrou na gravata do polícia e com ele na sua mão, saltou à janela. Um dos polícias desmaiou enquanto os outros 2 continuavam aos tiros mesmo depois da criatura ter saltado.
Os moradores ouviram os barulhos e saíram à rua para ver o que se tinha passado. A televisão e a rádio não tardaram a chegar ao local, assim como as ambulâncias.
- Perdeeeemos o nosso chefe. – Repetia um dos polícias que estava completamente traumatizado.
- Acalme-se. – pediu um dos bombeiros que estava a socorrê-lo.
Nenhum dos 3 polícias conseguiu descrever bem a criatura, mas um deles sugeriu que fosse um morto-vivo. É claro que este iria mais tarde conseguir um lugar especial no manicómio da zona, mas o que é certo é que ninguém sabia ao certo o que era aquela figura horrenta que apareceu do escuro e no escuro desapareceu. No dia seguinte, a mídia já tinha divulgado a notícia, sugerindo também várias especulações sobre o que terá acontecido nessa noite.
Não me considero um escritor razoável, mas acho que desta vez acertei uma. Se a ideia for para a frente, será um jogo com uma história à lá Resident Evil, com um final surpreendente que eu mesmo idealizei. O jogo será feito por missões, onde o personagem principal ainda sem nome, irá exterminar todas estas criaturas, ao mesmo tempo que as investiga e vai coleccionando dados de onde elas possam eventualmente ter surgido, entre outros.