Autor Tópico: Imaginária  (Lida 55 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão vendo este tópico.

Ballardz

  • Offline
  • *
  • Mensagens: 54
  • Sexo: Masculino
  • Especialidade: Nenhuma
  • Maker: Nenhum Específico

    • Contato
    • MSN Messenger - leosoler@msn.com
    • Ver Perfil
    • Ballardz Blog
Imaginária
« : 08 de Fevereiro de 2010, 03:13 »

   
AA história começa quando Rafa observava seu cachorrinho, ele estava muito velho, mas já tinha lhe dado muitas alegrias, Rafa sabia que o pobrezinho provavelmente não iria viver muito mais, então ele  correu até a biblioteca, para tentar descobrir um modo de dar mais vida ao cão.
   Leu diversos livros, mas quando ele viu um que estava jogado atrás de uma estante, chamado Leis da vida, deixou todos de lado e foi ler aquele. Então ele leu sobre um ritual que tornava o ser imortal, mas isso tinha um preço. Rafa não se importava com preço, tudo que ele queria era ter seu cãozinho pra sempre junto dele.
  Ele correu até sua casa, fez um circulo de sangue, um desenho, colocou seu cachorrinho no meio e disse algumas palavas...
  Tudo parecia bem, Rafa estava muito feliz, mas sua felicidade durou pouco, durante a noite ele escutou um barulho muito esquisito e foi verificar o que era, ao adentrar a sala, ele constatou que seu maravilhoso cãozinho tinha se transformado num ser horrendo, um lobisomem... esse era o preço.

O Lobisomem correu na direção do Rafa, e este saltou pela janela e correu como se sua vida dependesse disso, e na realidade dependia, mas mesmo assim ele foi alcançado e pego pelo lobisomem, e após isso tudo apagou.
   Quando viu a luz novamente, Rafa estava numa clareira, onde a luz da lua adentrava pela copa das arvores, formando uma espécie de portal no troco de uma arvore, ele caminhou até lá,  e colocou a mão na luz, e viu que ela havia sumido, entrado na luz. Logo seu braço todo também tinha entrado, e então um puxão levou Rafa por completo para a luz.


Quando ele se deu conta de sí viu que estava num lugar estranho, escuro, com um brilho esquisito, ele estava numa coisa semelhante a uma praça, com muitas pessoas em volta, e com certeza essas pessoas não eram humanas.
   Muitas pessoas não acreditaram no que viam, outras acharam que era um bicho, outras que era um anjo. Rafa também não sabia onde estava, quem era aquele povo, o que eles faziam, ele nunca tinha ouvido falar naqueles seres estranhos.
   Enquanto as pessoas discutiam o que era aquilo, Rafa aproveitou para sair de cena, e se esconder, dentro de uma casinha de cachorro, e por mais estranho que isso pareça, aquilo era uma casa, casa de pessoa mesmo, e lá havia uma garota.
- Er... Que.. Quem... é você? - perguntou Rafa
- Eu sou Wendy, e você? - respondeu a garota
- Meu nome... meu nome é Rafa.
- Prazer Rafa, você quer passar a noite aqui?
- Não sei... não sei onde estou, não sei quem são vocês...
- Aqui é Imaginária, onde sempre é escuro, é a terra dos sonhos, e nós somos seres que foram gerados pela imaginação das pessoas do seu mundo.
- Então eu estou sonhando?
- Não da para saber, até pouco tempo atrás as pessoas vinham aqui somente atravez de sonhos, mas a algum tempo pessoas tem conseguido acessar Imaginária acordadas.
- Eu ainda não compreendo direito, mas tudo bem.
   Após uma bela noite de sono, Rafa acorda pela manhã, que como sempre em Imaginária é tão escura quanto a noite e decide sair, para conhecer o lugar, e descobrir como sair.

Quando eu escrevi essa história eu tava completamente drogado de sono, por isso saiu essa maravilha, mas tudo bem, por pior que esteja eu quis postar aqui, comentem aí
O que você achou dessa história Visitante?
Postem o que vocês acharam, sendo bom ou ruim, postem pra eu saber se a história agradou ou não.
« Última modificação: 08 de Fevereiro de 2010, 12:59 por Ballardz »
Registrado



Gabriel Winchester

  • Online
  • *
  • Mensagens: 243
  • Sexo: Masculino
  • "When the wolf's set free, so the End shall it be"
  • Especialidade: Multifunção
  • Maker: Nenhum Específico

    • Contato
    • Ver Perfil
    • Email
Re: Imaginária
« Resposta #1 : 08 de Fevereiro de 2010, 05:45 »
A escrita está bem simples, com alguns erros ortográficos e uma linguagem não muito culta.

A tentativa de abordar a entrada de um garoto em um mundo imaginário/fantasioso(já vi isso em algum lugar) não se deu de uma forma muito coerente, nem muito menos agradável.

Primeiros, nos deparamos com um garoto, que por algum motivo tem acesso a rituais ultra-poderosos, e diga-se de passagem, isto já é um ponto fraquíssimo na história. Não exatamente ele ter acesso a isso, mas o pouco caso que você fez de explicar. Isso pode ser notado também, quando o ritual, que deveria ter importância, afinal é supostamente capaz de garantir vida eterna a algum ser, é tratado como algo corriqueiro, sem nem menção a seus métodos, etc.

Em seguida, somos surpreendidos com um lobisomen, derivado de um ritual para vida eterna. Uma versão - na minha humilde opnião - horrível. Não sei se você entende o uso da palavra, mas lobisomen significa a união de um homem com um lobo. Um cachorro poderia no máximo virar no máximo um Pitbull anabolizado, se o que vc quer é abordar a transformação dele em algo bizarro.

Então, nosso querido Rafa, consegue fugir das garras do monstro. Mas é pego! E novamente consegue se livrar dele. O problema é : esta passagem está tão escassa quanto o relato de um bêbado sobre uma briga de bar. O lobisomen o pegou e tudo apagou. Mas ele acorda bem? A não ser que você tenha pensado em fazer uma aventura de um jovem que morreu estraçalhado por um lobisomen, e teve seu espírito levado para um mundo mágico, esta parte ficou realmente mal explicada.

Quando a abordagem do mundo em sí de Imaginária, até que está bom. Um clima de um lugar completamente fora das nossas regras e padrões. Mas a passagem em que uma desconhecida chama o herói subitamente para passar a noite na casa dela, me causa duas impressões. Ou ela é uma tarada, ou o autor realmente quis fazer personagens não-humanos na história.

Enfim, é isto. A história em si está 'legal', nada inovadora, e com muitos erros de percurso que fazem a leitura ser vaga e monótona.

Ah...antes que eu me esqueça.
Citar
O Lobisomem correu na direção do Rafa

O uso do do, passa a impressão de que o narrador está contando a história para alguém em específico, e que ele é próximo de Rafa. Na minha opnião, seria mais interessante o uso do de.

Qualquer duvida, só falar.

Cya ' round
Registrado



Ballardz

  • Offline
  • *
  • Mensagens: 54
  • Sexo: Masculino
  • Especialidade: Nenhuma
  • Maker: Nenhum Específico

    • Contato
    • MSN Messenger - leosoler@msn.com
    • Ver Perfil
    • Ballardz Blog
Re: Imaginária
« Resposta #2 : 08 de Fevereiro de 2010, 12:38 »
Valeu Gabriel, vou começar a explicar:
Citar
A tentativa de abordar a entrada de um garoto em um mundo imaginário/fantasioso(já vi isso em algum lugar) não se deu de uma forma muito coerente, nem muito menos agradável.
Sim, eu reescrevi essa parte umas quatro vezes, e cada vez que eu escrevia a cena mudava completamente, eu não consegui escrever direito essa parte, mas vou reescreve-la novamente.

Citar
Primeiros, nos deparamos com um garoto, que por algum motivo tem acesso a rituais ultra-poderosos, e diga-se de passagem, isto já é um ponto fraquíssimo na história. Não exatamente ele ter acesso a isso, mas o pouco caso que você fez de explicar. Isso pode ser notado também, quando o ritual, que deveria ter importância, afinal é supostamente capaz de garantir vida eterna a algum ser, é tratado como algo corriqueiro, sem nem menção a seus métodos, etc.
Na realidade esse ritual não da vida eterna a ninguém, talvez dê, mas não há nenhum registro concreto, alguém pode ter colocado ele lá na biblioteca, mas concerteza aquele ritual não funciona, e mesmo se funcionasse Rafa nem saberia fazer.

Citar
Em seguida, somos surpreendidos com um lobisomen, derivado de um ritual para vida eterna. Uma versão - na minha humilde opnião - horrível. Não sei se você entende o uso da palavra, mas lobisomen significa a união de um homem com um lobo. Um cachorro poderia no máximo virar no máximo um Pitbull anabolizado, se o que vc quer é abordar a transformação dele em algo bizarro.
Foi uma forma de mutação causada pelo ritual mal-feito.

Citar
Então, nosso querido Rafa, consegue fugir das garras do monstro. Mas é pego! E novamente consegue se livrar dele. O problema é : esta passagem está tão escassa quanto o relato de um bêbado sobre uma briga de bar. O lobisomen o pegou e tudo apagou. Mas ele acorda bem? A não ser que você tenha pensado em fazer uma aventura de um jovem que morreu estraçalhado por um lobisomen, e teve seu espírito levado para um mundo mágico, esta parte ficou realmente mal explicada.
Na verdade eu não disse que ele conseguiu fugir denovo, eu disse que ele foi pego, apagou, e quando acordou tava numa clareira, não sei se ele fugiu ou o que fo foi que aconteceu.

Citar
Quando a abordagem do mundo em sí de Imaginária, até que está bom. Um clima de um lugar completamente fora das nossas regras e padrões. Mas a passagem em que uma desconhecida chama o herói subitamente para passar a noite na casa dela, me causa duas impressões. Ou ela é uma tarada, ou o autor realmente quis fazer personagens não-humanos na história.
eles não são humanos, são sonhos, e ela teve um motivo para chamar Rafa, talvez ela já o conhecece.


Citar
Enfim, é isto. A história em si está 'legal', nada inovadora, e com muitos erros de percurso que fazem a leitura ser vaga e monótona.
Valeu, agora que eu já to raciocinando bem vou voltar a escrever.
« Última modificação: 08 de Fevereiro de 2010, 17:02 por Ballardz »
Registrado



Gabriel Winchester

  • Online
  • *
  • Mensagens: 243
  • Sexo: Masculino
  • "When the wolf's set free, so the End shall it be"
  • Especialidade: Multifunção
  • Maker: Nenhum Específico

    • Contato
    • Ver Perfil
    • Email
Re: Imaginária
« Resposta #3 : 09 de Fevereiro de 2010, 11:03 »
Entendo. Mas acho que com uma atenção a algumas coisas que eu citei, entre outra, podem deixar a história bem interessante.

E não querendo ser muito chato:
Citar
O lobisomem, ou tecnicamente licantropo (palavra derivada do nome do rei mítico Licaão), é um ser lendário, com origem em tradições europeias, segundo as quais, um homem pode se transformar em lobo ou em algo semelhante a um lobo em noites de lua cheia, só voltando à forma humana ao amanhecer

Ainda não vejo a lógica de um cão se transformar num lobisomen. Como eu disse, ficaria muito mais correto e mais inovador, apenas o transformar em um cão mutante, ou algo do gênero.

E sobre o ritual, o que eu quis dizer, é que para uma parte tão importante da história, já que foi o que desencadeou a fuga de Rafa e posterior entrada dele em Imaginária, muito pouco foi contado.

Obrigado pela atenção.
Registrado